Jardim Poético: alunos do 1º ciclo declamaram poemas na nossa biblioteca

 

 

 

As vozes são de uma turma de alunos do 2º ano, de uma das escolas do 1º ciclo do nosso agrupamento.  O local é a Biblioteca da PAN. Os jovens visitantes recitaram os seus poemas partilhados; a turma que os recebeu, do 6º ano, também recitou os seus. Os professores ajudaram. O MOURO gravou e publicou a frescura das suas vozes.

Com esta semana de partilha poética e de diversas visitas semelhantes às Bibliotecas da PAN e da ESLC terminou a atividade “Jardim Poético”, iniciativa do Departamento de Português. A atividade abrangeu todos os ciclos de ensino e teve contornos diferentes em cada um. Culminou num alargamento de horizontes dos mais pequeninos, que se deslocaram em passeio às escolas do 2º e 3º ciclos e à escola-sede do agrupamento. Foram recebidos e apoiados pelos alunos mais velhos e por professores dinamizadores das sessões. Levaram na bagagem a atuação que se regista no vídeo acima. São formas de encontro e de partilha que advêm das novas sinergias criadas pela agregação de seis escolas num mesmo agrupamento.  São uma oportunidade de nos conhecermos melhor e de transmitirmos aos mais novos um pouco de poesia.

 

Jardins de Poesia no Agrupamento de Escolas Leal da Câmara

Comemorou-se no passado domingo, dia 21 de Março, o Dia Mundial da Poesia. Para assinalar a data, os professores de Português do Agrupamento de Escolas Leal da Câmara preparam uma semana de poesia na escola-sede, nas escolas do 1º ciclo e na nossa escola. Os alunos do 1º ciclo serão recebidos em várias turmas dos restantes ciclos, onde vão assistir a uma receção feita de poesia, flores de papel e muitos sorrisos.  Para assinalar as comemorações O MOURO deixa aqui um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen.

O poema 

O poema me levará no tempo
Quando eu já não for eu
E passarei sozinha
Entre as mãos de quem lê
 
O poema alguém o dirá
Às searas
Sua passagem se confundirá
Com o rumor do mar com o passar do vento
 
O poema habitará
O espaço mais concreto e mais atento
 
No ar claro nas tardes transparentes
Suas sílabas redondas
 
(Ó antigas ó longas
Eternas tardes lisas)
 
Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas
 
E entre quatro paredes densas
De funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
Com o poema no tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen,  Livro Sexto

A poesia vista por alguns alunos de 5º ano:

.
A poesia é uma espécie de canto maravilhoso. (India Borges, 5º3ª)
A poesia é uma escrita com imaginação. (Inês Batista, 5º3ª)
A poesia deve ser sentida com o coração e cantada com paixão. (India Borges, 5º3ª)
Quando a poesia é linda, encanta-nos. (Inês Batista e Daniel Carvalho, 5º3ª)
A poesia é a arte de escrever com o coração. (India Borges, 5º3ª)
A poesia é uma companhia agradável. (Laura Krueziu, 5º3ª)
Nas curtas linhas da poesia descubro o mundo e viajo até anoitecer. (Inês Batista, 5º3ª)
Quando leio um poema, sinto amor pelas palavras. (Beatriz Lopes, 5º3ª)
A poesia é a emoção do poeta. (David Yé, 5º5ª)
A poesia vive-se e sente-se. (Diogo Alves, 5º5ª)
A poesia faz-nos voar e sonhar. (Bacar Darame, 5º5ª)
A poesia é um mar de sentimentos e de palavras. (Catarina Silva, 5º5ª)
A poesia é a arte de saber conquistar com palavras. (Sérgio Vaz, 5º5ª)
Lentamente, se diz o poema. (Diogo Vaz, 5º5ª)
Na poesia, cada palavra é uma ideia imensa. (Diogo Alves, 5º5ª)
A poesia traz-nos alegria e sorrisos. (Bacar Darame, 5º5ª)
A poesia é um amor que nasce dentro no coração. (Igor Kita, 5º5ª)
.
Trabalho realizado na aula de Português, 31 de março de 2014, Prof. Marina Gavinho

A poesia vista pelos alunos do 7º 1ª e do 7º 3ª:

.

A poesia é como os pensamentos e a alegria com que vives todos os dias! Ana Santos, 7º3ª

A poesia é uma forma de expressar o amor que sentimos pela pessoa que amamos! Hedson Gomes, 7º3ª

Ser poeta é ser uma pessoa que aprendeu a sonhar e a expressar-se como nunca ninguém conseguiu! Catarina Viana, 7º3ª

Ser poeta é uma arte , e não uma profissão! Nuno Pedro, 7º3ª

A poesia é uma forma de liberdade de expressão! Alexandre Bento, 7º3ª

A poesia é algo preciosa, porque sem ela a vida não era a mesma coisa! Melissa Lopes, 7º3ª

Se não houvesse poesia não havia alegria! Vasco Morais, 7º3ª

A poesia é algo inexplicável! Bruno Viana, 7º3ª

A poesia é uma forma inexplicável de expressar sentimentos!  Ana Cruz, 7º3ª

“Todas as coisas têm o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas.”  Afonso Tomás Costa, 7º3ª

 A poesia é um verso que toda a gente pode ver e ler!  João Costa, 7º3ª

Ser poeta é viajar por entre as palavras rumo ao infinito, é chegar ao coração do outro com apenas uma palavra! Marcos Barros, 7º3ª

Ser poeta é escrever o que te vai na alma! Carolina Costa, 7º3ª

Ser poeta é ser inovador e criar os seus próprios sonhos!  Joana Moutinho, 7º3ª

Ser poeta é conhecer os sentimentos da alma, é pensar, criar e escrever com melodia!  Rafael Matos, 7º3ª

Com a poesia eu fico fascinado, é como quando o sumário de Matemática está terminado!  Alexandre Carneiro, 7º3ª

Ser poeta é escrever com o coração!  Yanilson Fernandes, 7º3ª

Poesia é a maravilha que nos dá alegria!  Diogo Rosinhas, 7º3ª

Ser poeta é libertar as nossas alegrias e tristezas!  Leandro Avelino, 7º1ª

Poesia é como um pequeno pingo de água num deserto seco!  Patrícia Fernandes, 7º1ª

Um poema é a descrição dos sentimentos de um poeta!  Rui Pais, 7º1ª

Poesia é um beijo dos pais ao entrar em casa!  João Silva, 7º1ª

Ser poeta é saber escrever poemas que se tornam chaves para abrir corações!  Ruben Verdugo, 7º1ª

Ser poeta é gostar de estar mais alto!  Joana Almeida, 7º1ª

A poesia é a arte de sonhar mesmo estando acordados!  Madalena Rodrigues, 7º1ª

Poesias são sentimentos que se escrevem e que se sentem mesmo não estando presentes!  Laura Pires, 7º1ª

Poesia é tudo!  Sara Fonseca, 7º1ª

A poesia é o saber o tamanho do mar!  Bruno Gonçalves 7º1ª

A poesia é a música para os meus ouvidos!  Rafael Almeida 7º1ª

Poesia é como um abraço apertado dos nossos amigos!  Beatriz Gamboa 7º1ª

Poesia é a imaginação que nos ocorre na imaginação!  Beatriz Reis 7º1ª

Poesia é imaginação que vem do amar e carinho que damos e recebemos da nossa família!  Diogo Godinho 7º1ª

 Poesia é tornar palavras simples em palavras mágicas!  Rodrigo Martins 7º1ª

Um poema é um pequeno texto onde dizemos tudo o que pensamos!  Filipa João 7º1ª

Ser poeta é…..Descrever os nossos sentimentos com apenas uma caneta e um pedaço de papel!  Tatiana Vasconcelos 7º1ª

Poesia é como o abraço da pessoa que tu amas que mora longe de ti, mas não longe do teu coração!  Sara Valfreixo 7º1ª

Poesia é aquilo que nos faz sonhar!  Daniela Fortuna 7º1ª

Alunos da Prof. Maria José Soares

 

A poesia vista pelos alunos do curso EFA B3D

A Poesia é a essência do amor, e por ela nunca senti dor!
Romário da Cruz, EFA B3D

A Poesia é tudo aquilo que comove, sensibiliza e desperta sentimentos!
Mónica Sofia, EFA B3D
A poesia é ter um sorriso brilhante, amar intensamente, viver com alegria e amar o ser amado!
Filipe Aniceto, EFA B3D
A poesia é a expressão que sentimos, através das nossas palavras!
Silvana Conceição, EFA B3D

A poesia é saber amar, Fazer, Sentir, Pensar, Animar E rimar!
Ana Fonseca, EFA B3D

Ser poeta é viver, Exprimir, Sentir e Transmitir!
Josefa Vita, EFA B3D

Ser poeta é encantar as pessoas!
Miguel Ângelo, EFA B3D

A poesia é uma forma de expressar os nossos sentimentos!
Nilsa Neves, EFA B3D

Ser poeta é ter uma grande imaginação para escrever poemas!
Daniela Lopes, EFA B3D

A poesia é a tradução em palavras do universo!
Augusto Iuco, EFA B3D

A poesia é ser amigo, É o amor!
Antónia Custódio, EFA B3D

Ser poeta é ter coração, Transmitir a nossa paixão pelo Povo e pela nossa querida Nação!
João Fialho, EFA B3D

A poesia é como um jardim cheio de flores!
Luís Oliveira, EFA B3D

A poesia é a beleza de todas as mulheres!
Susana Salé, EFA B3D

Ser poeta é escrever; é expressar os sentimentos e lembranças!
José Djau, EFA B3D

Alunos da Prof. Maria José Soares

 

As turmas noturnas dos cursos de Educação e Formação de Adultos juntaram-se à iniciativa e prepararam flores com poemas para oferecerem uns aos outros.

A turma B1A, que ainda está a aprender a ler e a escrever, encontrou poesia nas palavras mais simples, aquelas que denotam os seus afetos. Deixamos aqui as fotos dos trabalhos realizados.

Poemas para o dia dos namorados

Aproxima-se o dia dos namorados. Deixamos aqui sugestões de poemas de autores consagrados que refletiram sobre o amor.

dia dos namorados

O Amor

O AMOR, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p’ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
P’ra saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…

Autor : Fernando Pessoa

Li um dia, não sei onde

Li um dia, não sei onde,
Que em todos os namorados
Uns amam muito, e os outros
Contentam-se em ser amados.

Fico a cismar pensativa
Neste mistério encantado…
Diga prá mim: de nós dois
Quem ama e quem é amado?…

Autor: Florbela Espanca

dia dos namorados 2

 

Amiga

Deixa-me ser a tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor
A mais triste de todas as mulheres.

Que só, de ti, me venha magoa e dor
O que me importa a mim? O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas tu por mo dizeres!

Beijá-me as mãos, Amor, devagarinho…
Como se os dois nascessemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho…

Beija-mas bem!… Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei pra minha boca!

Autor: Florbela Espanca
valentines-day-no-patio
Eu cantarei de amor tão docemente,
Por uns termos em si tão concertados,
Que dois mil acidentes namorados
Faça sentir ao peito que não sente.

Farei que amor a todos avivente,
Pintando mil segredos delicados,
Brandas iras, suspiros magoados,
Temerosa ousadia e pena ausente.

Também, Senhora, do desprezo honesto
De vossa vista branda e rigorosa,
Contentar-me-ei dizendo a menor parte.

Porém, pera cantar de vosso gesto
A composição alta e milagrosa
Aqui falta saber, engenho e arte.

Autor: Luís de Camões

 

amor não se conjuga no passado
Deixamos também músicas de amor para ouvires:

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender…

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo…

Eu não tenho filosofia; tenho sentidos…
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar…

Francisco, Cintia, e João Vitor 7º4ª

Edson Monteiro 7º 2ª

A Poesia da Diversidade

tribos_urbanas21

A Poesia da Diversidade

A globalização  tem um carácter de hegemonia cultural que subverte tudo à sua lógica, transformando todas as referências familiares, religiosas ou comunitárias dos indivíduos em fenómenos padronizados, sobretudo no seio das culturas minoritárias.  Deste modo, estes lutam para preservar os elementos de afirmação da sua identidade: a língua, a religião, a etnia, os costumes, as tradições… Na verdade, a palavra globalização contém  um sentido implícito: a ideia de que o domínio de uma monocultura é inevitável. Apesar de tal propósito ter avançado drasticamente nas últimas décadas, as culturas dominantes começam a aperceber-se da necessidade de preservar a diferença.  Essa noção tem-se desenvolvido à medida que se intensifica a circulação de pessoas pelo mundo, através dos fluxos culturais que resultam dos movimentos migratórios. Assim, a exposição de novas culturas no seio de outra cultura conduz a novos fluxos culturais de grande riqueza, desde que não ocorra marginalização e xenofobia. São esses pontos de contacto entre culturas que demonstram que a existência de uma tendência para a globalização da cultura, não conduz necessariamente à homogeneização do planeta. Pode, sim, levar à criação de um mundo cada vez mais rico culturalmente, ou seja, a expansão de uma cultura mundial cada vez mais estandradizada não determina, conforme demonstram os estudos, que as pessoas estejam a ficar sujeitas a um imaginário comum. Embora expostas às mesmas ideias, influências e padrões culturais e embora recebam os mesmos produtos mediáticos, as pessoas recebem-nos e utilizam-nos de forma diferente, o que assegura a diversidade cultural.

Como a escola é o palco onde este fenómeno é mais visível, cumpre-lhe tirar partido da diferença e enriquecer o padrão cultural dos alunos, ajudando-as a compreender e a aceitar essa diferença, enriquecendo assim a individualidade, face às tendências globalizantes.

Por essa razão, este ano, o Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro, caracterizado pelo pluralismo de nacionalidades e etnias no perfil constitutivo do seu público escolar,  comemora o Dia Internacional da Língua Materna, dia 22 de fevereiro, com uma festa intercultural onde a musicalidade das várias línguas  se reúne numa só dimensão – a poesia.  (Ver informação AQUI).

O evento decorre da iniciativa do Departamento de Línguas e conta com diversos contributos, musicais e organizativos de vários órgãos e departamentos do agrupamento e ainda com a presença do poeta José Fanha, de quem partiu o desafio de unir a diversidade linguística pelos nós da poesia.

Poema do disparate

Eu dei ao pato

comida no prato

para ele engordar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Deitei o gatinho

no remoinho

para ele descansar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Enterrei o anel

dentro do mel

para o limpar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Escondi o gato

no meu sapato

para ele dormir.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Larguei o tubarão

num barracão

para ele arrumar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Dei à mana Mafalda

só uma estalada

para ela acordar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Larguei a pulga

na tartaruga

para ela saltar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Meti o meu cão

dentro do fogão

para o aquecer.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Meti a batedeira

dentro da geleira

para refrescar.

Em vez de ficar

contente com isso

à noite o meu pai

não me deu chouriço.

Escrever à maneira de Luísa Ducla Soares

“Criança sofre…”

EB1/JI Rio de Mouro n.º2

2.º ano          Turma A

A Primavera chegou

A Primavera é colorida

cheia de sol e sorrisos.

É uma estação muito divertida

passada com os nossos amigos,

A Primavera é cheia de flores

e diversos odores,

grandes dias e andorinhas,

e actividades divertidas.

Esteja sol ou esteja chuva,

A Primavera é uma loucura.

Passo a passo,

Já chegámos a Março!!

Leonor Cruz e Sofia Espada, 5º12ª

“Escola Nova” – “É o lugar onde não é proibido sonhar”

Na Padre não é proibido sonhar,

Vários desportos podemos praticar,

O Karaté ou natação

O Director da escola é o professor João.

Com ele, não andamos à toa,

Adoramos a nossa escola, nunca iremos para Lisboa.

Agora tudo está a mudar,

Até música no bar já está a tocar.

Toca pimba, toca kuduro,

Viemos para melhorar o nosso futuro.

A DT está sempre a chatear

Não pára de telefonar,

A nossa DT é Cristina Simões

E está sempre a dar-nos sermões.

Não queremos contentores,

Queremos salas e aquecedores.

A escola está suja por fora e limpa por dentro,

pois aqui há rapazes de movimento.

Nós merecemos um campo de futebol,

P’a jogarmos quer haja chuva, quer haja sol.

Nesta escola não é proibido sonhar,

Com o futuro que podemos alcançar,

Na psicologia, na medicina,

Ou engenharia de minas,

Nós somos a turma quatro do oitavo ano,

Nunca há discussões, porque somos todos manos,

Hoje é Dia do Patrono, Padre Alberto Neto,

Uma escola que tem muitos miúdos do gueto,

E graças a ele temos um futuro certo.

Turma: 8º4ª

Reflexões sobre o Amor

Uma vida sem Amor é como…

Uma vida de dor. (Laura Pereira, 6º1ª)

Um poeta sem ideias. (Beatriz Marques, 6º1ª)

Uma escola sem estudantes, uma casa sem habitantes. (Tiago Martins, 6º1ª)

Uma folha em branco, um livro sem palavras. (André Pires, 6º1ª)

Estar preso numa ilha deserta. (Raul Carvalho, 6º1ª)

Um mar seco. (Rafael Rodrigues, 6º1ª)          

Um mundo sem cor. (Margarida Santos, 6º1ª)

Estarmos cegos, mudos, a sofrer em silêncio. (Telma Pessoa, 6º1ª)

Uma vida sem sentido. (Tiago Truta, 6º3ª)

Perder uma parte de si. (Milton Veiga, 6º3ª)

Uma vida perdida. (Bruno Vicente, 6º3ª)

Triste, vazia e sem graça. (Helena Ferreira, 6º3ª)

Uma desilusão. (Arménia Nicolau, 6º3ª)

Uma vida a preto e branco. (Romana Cassamá, 6º3ª)

Escura, sem luz e sem calor. (João Ferreira, 6º3ª)

Um inferno. (Jorge Monteiro, 6º3ª)

Um doce sem açúcar. (Maria Silva, 6º7ª)

Reflexões sobre o Amor

Se amas…

Solta a felicidade! (Rita Lúcio, 6º1ª)

Não tenhas medo de o admitir. (Joana Sousa, 6º1ª)

Nada te pode parar. (Hugo Batista, 6º1ª)

Faz com que te amem. (Beatriz Marques, 6º1ª)

Entrega-lhe o teu coração. (Pedro Silva, 6º1ª)

Não percas tempo e segue o amor. (Joana Folgado, 6º1ª)

Faz os possíveis e impossíveis por fazer o outro feliz. (Inês Silva, 6º1ª)

Corre atrás do teu amor e luta por ele. (Bruna Branco, 6º1ª)

Faz tudo por tudo para o conseguires ter. (Armando Carvalho, 6º1ª)

Não desistas de ser feliz. (Margarida Santos, 6º1ª)

Vive o teu amor. (Rafael Rodrigues, 6º1ª)

Luta por esse teu grande amor. (Catarina Sardo, 6º1ª)

Vai em frente e parte sem medos. (Telma Pessoa, 6º1ª)

Sentes-te lindamente. (Bruno Vicente, 6º3ª)

Ama até ao fim. (Jorge Monteiro, 6º1ª)

Não o ignores, porque pode ser o amor da tua vida. (Pedro Lopes, 6º3ª)

Diz o que sentes. (Ricardo Mateus, 6º1ª)

Nunca desistas, acredita sempre. (Maria Silva, 6º7ª)

Sentes-te feliz e confiante. (Mali Baldé, 6º7ª)

Queres ser amado. (Hélder Pires, 6º7ª)

És uma das pessoas mais felizes do mundo. (David Matias, 6º7ª)

Não desistas, segue o coração e alcançarás a felicidade. (Ana Paula França, 6º7ª)

Sentes a alegria do amor. (Júnior Fernandes, 6º7ª)

Reflexões sobre o Amor

O Amor vê…

Para além do corpo, ele vê a alma. (Margarida Santos, 6º1ª)

Ouve e sente tudo com o coração. (Telma Pessoa, 6º1ª)

Um olhar especial e brilhante diferente de muitos outros. (Ana Sofia Trindade, 6º1ª)

Apenas coisas maravilhosas e perfeitas. (Laura Pereira, 6º1ª)

Beleza e mais beleza, nada mais! (Catarina Sardo, 6º1ª)

Um deserto onde só estamos tu e eu! (Bruna Branco, 6º1ª)

O que mais ninguém vê. (Pedro Silva, 6º1ª)

Maravilhas inesquecíveis. (Joana Folgado, 6º1ª)

Alegria onde há tristeza. (André Pires, 6º1ª)

De olhos fechados. (Pedro Afonso, 6º1ª)

O que está dentro de ti e não o que está por fora. (João Matos, 6º1ª)

As melhores coisas do mundo. (Diogo Morais, 6º1ª)

Corações a voar num céu azul suave. (Tiago Martins, 6º1ª)

A alegria a chegar todos os dias. (Raul Carvalho, 6º1ª)

Algo de muito especial que mais ninguém vê. (Rita Lúcio, 6º1ª)

Sorrisos doces que não existem em mais lado nenhum. (Décia Daio, 6º1ª)

Para além de todas as barreiras e fronteiras. (Catarina Kanguia, 6º1ª)

Flores onde elas não existem. (Hugo Batista, 6º1ª)

Um mar de ilusões. (Joana Sousa, 6º1ª)

Belas paisagens naquela que ama. (Milton Veiga, 6º3ª)

O Sol de outra maneira. (Romário Nicolau, 6º3ª)

Coisas alegres, belas e coloridas. (Rodrigo Amorim, 6º3ª)

O inesperado! (Jorge Monteiro, 6º3ª)

Todos os nossos sentimentos e testa-nos. (Daniela Simões, 6º7ª)

Mais longe do que os outros sentimentos. (Hélder Pires, 6º7ª)

Tudo o que está no coração. (Jorge Costa, 6º7ª)

Aquilo que os outros não conseguem distinguir. (Ricardo Mateus, 6º7ª)

Uma vida junta com outra. (Bernardo Fernandes, 6º7ª)

Amigo (a) como tu

Amigo como tu

Não vou mais encontrar

Sabes estar presente

Quando preciso de ti

Sabes repreender-me com afecto e inteligência

Opinas sobre todos os assuntos, com razão e clareza,

Brincas com as palavras que parecem difíceis

Os problemas ultrapassas com facilidade

Amigo como tu

Não vou mais encontrar!

Paulo Ferreira – turma EFA BE

A mentira

 

Mentira é palavra falsa

Dita, sempre, sem pensar.

Às vezes, é tão feia

Que até me deixa a pensar…

 

 

É dita por brincadeira

Mas também para arreliar

É uma palavra matreira

Que também me faz chorar!

 

 Ana Luísa Oliveira, 5º 5ª,nº1

 

Comer Fruta é Importante

De manhã ao acordar
Sinto uma fome brutal
Começo logo pela fruta
Porque sei que é essencial.

Banana, pêra ou maçã
Para mim é indiferente
Quero é ter uma vida sã
E estar sempre contente.

Andar na escola é divertido
E o tempo passa a voar
E agora com mais fruta
É mesmo espectacular.

Comer fruta é importante
E devemos divulgar
Que na escola nos dão fruta
Para além de ensinar!

4º A – EB1/JI de Rio de Mouro nº1

Poesia

Sourire

Souris

Souris toujours

Bien que ton sourire

soit triste

car plus triste

que ton sourire triste

c’est la tristesse

de ne pas savoir sourir.

                    Autor: Desconhecido

                Tradução: Maria Eufémia

Dia da Mãe

Mãe, querida mãe,

Nunca te esquecerei,

Sem ti não estava aqui,

Foi aqui que eu nasci,

Gosto mesmo de ti.

Sem ti não podia viver,

Porque me fazes crescer,

Tratas tão bem de mim,

Como eu vou tratar de ti,

És tudo para mim.

Mãe, és a mãe mais bonita do mundo,

Sem ti, no mundo eu não viveria,

Porque és a luz que me ilumina todos os dias,

E quando passas por mim cheiras a jasmim,

És mesmo assim.

És tudo para mim,

Como eu escrevi aqui,

Sabes sempre tudo o que eu preciso,

És um cravo perdido,

Eu te apanharei e ficarás sempre comigo.

               Inês Norte e Ana Sofia 5º 9ª

Poesia

O 25 de Abril

O que está além?

Soldados de Belém.

O que trazem na mão?

Espingardas de salmão.

O que está pendurado?

Um cravo avermelhado.

O que vem fazer?

Vem nos proteger.

Porque é que nos vem proteger?

Vai alguma coisa acontecer?

                   Margarida Pinto, nº 19, 5º 9ª

Querida mãe

Mãe vou oferecer-te flores e um beijo,

Neste dia especial!

Estou perto de ti nos dias alegres e tristes

És o meu refúgio sentimental.

               João Fernandes, nº13, 5º 9ª

Visitem Lisboa…

Lisboa eu vou visitar,

Para o meu irmão levar,

Cada visita é uma surpresa,

Porque encontro tanta beleza.

Carros, trânsito, poluição:

Destruidoras estas coisas não são

Da forte alegria que sinto,

Quando ao longe o Tejo avisto

E se aquece logo o coração.

Não há assim melhor razão

Para a nossa capital visitar.

                      Leonardo Oliveira, nº 17, 5 9ª

Dia Mundial da Árvore, da Floresta e da Poesia

 

   

Hoje, comemora-se o Dia Mundial da Árvore, da Floresta e da Poesia e, neste âmbito, a escola de Rio de Mouro decidiu construir uma árvore a que chamou Árvore da Poesia que simboliza a importância que estes três elementos devem ter numa escola que se quer de Cultura!

Assim todas as turmas participaram, pintando telas que serviram de base para a escrita de poemas, uns criados pelas crianças, outros de poetas consagrados.

No Jardim de Infância optámos por trabalhar com as crianças dois poemas e a sala um escolheu:

 
“Se eu me sentir sono,
E quiser dormir,
Naquele abandono
Que é o não sentir,
 
Quero que aconteça
Quando eu estiver
Pousando a cabeça,
Não num chão qualquer,
 
Mas onde sob ramos
Uma árvore faz
A sombra em que bebamos,
A sombra da paz.”
                           Fernando Pessoa
 
e a sala dois:
 

  
Poema das Árvores, de António Gedeão
 

“As árvores crescem sós. E a sós florescem.
 
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
 
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes, e as sementes preparam novas árvores.
 
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.”
 
 
 
 
 
 
 

Janeiras 2010

 

No dia de Reis, nós, os alunos do 4ºA B da Escola da Rinchoa 2, deslocámo – nos às outras salas de aula pedir as janeiras. Os professores e auxiliares deram-nos produtos para comermos e no final fomos todos felizes para a nossa sala de aula comer essas janeiras. Foi muito divertido e foi a primeira vez que cantámos/recitámos as janeiras…

Janeiras pedimos 

Saco trazemos 

Dê-a cá  

Que nós nos iremos. 

 

Levante-se daí senhor 

Desse banquinho de prata 

Venha-nos dar as Janeiras 

Nem que seja ouro ou prata. 

 

Levante-se lá senhora  

Dessa cadeirinha de cortiça 

Venha-nos dar  

Morcela ou chouriça. 

 

Estou a bater a esta porta 

Venho pedir as Janeiras 

Aceito o que me der 

Chouriço ou farinheira. 

 

Estamos a bater a esta porta  

Vimos pedir as Janeiras 

Aceitamos o que nos der 

Dinheiro ou o que queira.  

 

Janeirinha , Janeiro 

Venha cá que eu venho só. 

 

Esta casinha alta 

Forradinha de fuligem 

Já morreu quem cá morava 

Só cá ficou a rabugem.

Quadras soltas

Quadras soltas,

soltas são as gargalhadas,

gargalhadas é o que não falta.

Não falta?- a mim não, e a ti?

Quadras soltas,

soltas são as gargalhadas de uma turma,

turma mal educada:

educada é o que não há,

Há é traquinas

traquinas na escuridão!

na noite fria e escura

     Catarina Sordo, nº27- 5º 8ª

Poema

 

Nós, por vezes, não queremos ir à escola

Mas à escola temos de ir

porque sem ela a vida

não é a mesma coisa.

Quando chegamos a casa

deitarmo-nos não queremos

pois quando acordamos

só dormir queremos.

Quando chegamos à escola é aborrecido

Mas passado muito tempo

até já é divertido.

Quando a escola acaba

para uns é divertido

Mas para outros

é aborrecido.

Agora o poema

já está acabado

Agora vou embora

adeus e obrigado.

Ricardo 5º 8ª

A Lara e o Sonho

Se a Lara gostasse da escola

Se a escola fosse o parque

Se o parque fosse o sonho

Se o sonho fosse o pastor

Se o pastor soubesse ler

Se ler fosse igual a escrever

Se escrever fosse o João      

Se o João fosse a escola

Se a escola fosse divertida

Divertida como a Lara gostaria.

                  José Pedro 5.º9ª, nº16

A escola

Na escola podemos brincar,

Podemos aprender,

E até escrever,

E também pular.

No intervalo brincamos,

É uma grande diversão,

Na sala estudamos e,

Estamos com atenção.

Gosto muito de aprender,

As tarefas vou cumprir,

Para um dia ser alguém,

E olhar o mundo a sorrir.

     Inês Salvador, Nº9, 5º 8ª

Alegria que perdi

Lá fora a chuva cai…

O meu pensamento está longe,

Muito longe;

Nem eu sei dizer onde.

A tristeza deste dia

É a minha tristeza

Não sei porquê.

Mas penso que se o Sol brilhasse

Me traria

Um pouco de alegria.

Enfim, penso nem sei dizer

Em quê;

Talvez…

Sim, em ti

Pois mais ninguém,

A não ser Deus,

Me poderia devolver

A alegria que perdi.

        Marta Cortes – 5º 8ª, nº 15

Divina Flor

Divina Flor

 

DIVINA FLOR

 

Tenho a sentença

Lida por ti:

a pena que me

Saiu foi amar-te

para eternidade

 

DIVINA FLOR

 

Numa frase vi que

Naquele dia

Nasci para te amar

 

O coração é um sítio

onde as razões humanas

são inválidas

 

DIVINA FLOR

 

Por ti sofri

num instante de

saudade de tristeza

e vivi um segundo de

ciúme e um momento

de paixão

 

DIVINA FLOR

 

Diz-me a verdade

Vale a pena chorar

Pois contigo aprendi

A sorrir

 

DIVINA FLOR

 

Cada olhar

meu

É contrário à solidão

Por teus olhos

 

DIVINA FLOR

 

Desculpa não

Sou do teu mundo

Gostaria de saber

O caminho para o teu amor.

 

Nome: João Francelino dos Reis Furtado Nº11 8º6ª

Poesia de amor

Poemas de Medo de te Amar

Não tenho medo da vida

Nem tão pouco da morte

Só tenho medo  que

Um dia me possas

Esquecer

Não tenho medo

De te falar

Nem de te ouvir

Mas tenho medo

De te poder conhecer.

Mas conheci-te…

Não tive coragem

De ti dizer o que

Sinto por ti

Mas conheci-te

Como um vento

Passageiro

Mas conheci-te

Tenho medo

Que isto acabe

 Dos batimentos

Acelerados de amar

Nome: João Francelino dos Reis Furtado Nº11 8º6ª

Poesia da Dedicação

 

Poesia da Dedicação

OH! Poesia quando

Tu me possuis

De tantos papéis

Rasgados

Só para conseguir

O teu amor.

OH! Poesia quando

Tu me possuis

Das tuas 7 maravilhas,

Mas é mentira, tem 8

E tu és a primeira delas.

OH! Poesia quando

Tu me possuis

Do teu beijo eterno e

Carinhoso

Que me deixas em teu

Pensamento, a minha

Existência.

OH! Poesia quando

Tu me possuis

Das tuas lágrimas

Que saem do coração

E nos percorrem a alma.

OH! Poesia quando

Tu me possuis

Das tuas asas

Que me acolhem      

OH! Poesia quando

Tu me possuis

De ver a sorrir

Quem te ama 

OH! Poesia quando

Tu me possuis

Do meu desejo

De subir mais

Um pouquinho.

Tu és A MINHA POESIA

Nome: João Francelino dos Reis Furtado. Nº:11 8º6ª

Um Mundo azul….

 

Um Mundo azul

 

Hoje é um dia especial!

Para vocês desejo sonhos,

muito amor e carinho,

alegria e paz sem igual!

A vida tem energia!

Continua com força

e com a amizade

terás competência e fé.

Tenho alegria no meu sorriso.

Amor e esperança no meu coração,

e a amizade na minha mão.

Sinto alegria dentro de mim!

Amor sem fim!

Paz terei!

Vida viverei!

 

Vou ter fé e confiança

num Mundo melhor…

Onde haja azul, paz e muito amor!

Isadora Abreu e Wini Ribeiro, 5º (10ª)