Amália Rodrigues

Foi voz de um povo e imperatriz do seu lamento feito expressão artística.

Única e inimitável!

No Fundão, corria o ano de 1920, nasceu Amália da Piedade Rodrigues, com o destino traçado até ao dia em que nos deixou, às 8 horas de 6 de Outubro de 1999, na sua casa, na Rua de São Bento, em Lisboa. Talvez por força desse mesmo destino, ou de um poder maior, legou-nos a mais genuína expressão do choro lusitano.

Viveu, cantou e sentiu o fado como sua grande paixão. Mas “uma paixão não repousa em outra maior paixão”, e Amália possibilitou-nos o encontro directo com a sua própria poesia. Tocou-nos com a sua pureza, fazendo-nos sonhar em cada palavra sentida, cada voo de gaivota ferida. Viverá para sempre no nosso imaginário como a mulher que soube cantar a voz do povo. Ela é a nossa identidade. Sabemos agora que foi Deus que quis que fosse esse o seu nome. Assim permanecerá nos nossos corações. Simplesmente Amália.

 João Paulo Silva, João Pedro Fonseca e Matheus Prates – 6.º 2

(Prof.ª Carla Lopes)

 

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