Comemoração da Declaração Universal dos Direitos da Criança.

No dia 20 de Novembro passam cinquenta anos sobre a Declaração Universal dos Direitos da Criança, não gostaríamos de passar este dia sem referirmos esta Declaração, porque nós somos as crianças de hoje e representamos o futuro de amanhã! Lê os teus direitos e luta por eles.

Os Direitos da Criança
     
Toda a criança tem direito à atenção e ao amor Todas as crianças são iguais Toda a criança tem direito a uma boa alimentação
     
Toda a criança tem direito a uma boa saúde Toda a criança tem direito ao lazer Toda a criança tem direito de ir à escola
     
Nenhuma criança deve ser vítima da guerra Nenhuma criança deve ser vítima de abusos sexuais Toda a criança pode expressar -se livremente
     
Toda a criança pode praticar a sua religião Nenhuma criança deve ser maltratada Nenhuma criança deve ser explorada pelo trabalho
     
Toda a criança pode unir-se a outras crianças Toda a criança pode receber informações para seu bem Deve ser dada prioridade  às crianças refugiadas
     
Deve ser dada prioridade às crianças portadoras de deficiências Deve ser dada prioridade às crianças em conflitos legais Deve ser dada prioridade às crianças sem família

Balada da neve

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho…

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria…
. Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho…

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança…

E descalcinhos, doridos…
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!…

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!…
Porque padecem assim?!…

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.

Augusto Gil

Trabalho realizado por Sandra Monteiro nº22, 6º2ª e Tiago Gomes nº17, 8º6ª

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