Madre Teresa de Calcutá

Respondeu a um chamamento divino e marcou o coração dos homens com uma inigualável mensagem de amor.

Aos 18 anos, Agnes Gonxha Bojaxhiu, nascida na conturbada Macedónia, filha de pais albaneses, entrou como noviça para o Convento das Irmãs do Loreto, na Irlanda. A ordem enviou-a para Bengala, em 1929. Aí se dedicou a ensinar, até que, aos 36 anos, um chamamento divino a levou a “seguir Cristo nos bairros de lata” e a começar a dedicar especial atenção aos pobres, doentes terminais, que acorriam ao templo Kalighat para morrerem perto de um lugar sagrado. Agnes, que tomou o nome de Teresa, vê o seu trabalho começar a projectar-se internacionalmente quando funda, em Calcutá, uma leprosaria e faz com que os que a olhavam como uma extravagante comecem a seguir-lhe o exemplo. Prémio Nobel da Paz em 1979, o anjo de Calcutá, que afirmava ser a oração o seu alimento, deixou-nos, serenamente, aos 87 anos, mas a sua obra vai perdurar nos corações que, com a tenacidade dos predestinados, soube tocar e transformar como ninguém.

Célia Lopes e Joseline Vaz – 6.º 2

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