Poesia

Sourire

Souris

Souris toujours

Bien que ton sourire

soit triste

car plus triste

que ton sourire triste

c’est la tristesse

de ne pas savoir sourir.

                    Autor: Desconhecido

                Tradução: Maria Eufémia

Dia da Mãe

Mãe, querida mãe,

Nunca te esquecerei,

Sem ti não estava aqui,

Foi aqui que eu nasci,

Gosto mesmo de ti.

Sem ti não podia viver,

Porque me fazes crescer,

Tratas tão bem de mim,

Como eu vou tratar de ti,

És tudo para mim.

Mãe, és a mãe mais bonita do mundo,

Sem ti, no mundo eu não viveria,

Porque és a luz que me ilumina todos os dias,

E quando passas por mim cheiras a jasmim,

És mesmo assim.

És tudo para mim,

Como eu escrevi aqui,

Sabes sempre tudo o que eu preciso,

És um cravo perdido,

Eu te apanharei e ficarás sempre comigo.

               Inês Norte e Ana Sofia 5º 9ª

Poesia

O 25 de Abril

O que está além?

Soldados de Belém.

O que trazem na mão?

Espingardas de salmão.

O que está pendurado?

Um cravo avermelhado.

O que vem fazer?

Vem nos proteger.

Porque é que nos vem proteger?

Vai alguma coisa acontecer?

                   Margarida Pinto, nº 19, 5º 9ª

Querida mãe

Mãe vou oferecer-te flores e um beijo,

Neste dia especial!

Estou perto de ti nos dias alegres e tristes

És o meu refúgio sentimental.

               João Fernandes, nº13, 5º 9ª

Visitem Lisboa…

Lisboa eu vou visitar,

Para o meu irmão levar,

Cada visita é uma surpresa,

Porque encontro tanta beleza.

Carros, trânsito, poluição:

Destruidoras estas coisas não são

Da forte alegria que sinto,

Quando ao longe o Tejo avisto

E se aquece logo o coração.

Não há assim melhor razão

Para a nossa capital visitar.

                      Leonardo Oliveira, nº 17, 5 9ª

Dia Mundial da Árvore, da Floresta e da Poesia

 

   

Hoje, comemora-se o Dia Mundial da Árvore, da Floresta e da Poesia e, neste âmbito, a escola de Rio de Mouro decidiu construir uma árvore a que chamou Árvore da Poesia que simboliza a importância que estes três elementos devem ter numa escola que se quer de Cultura!

Assim todas as turmas participaram, pintando telas que serviram de base para a escrita de poemas, uns criados pelas crianças, outros de poetas consagrados.

No Jardim de Infância optámos por trabalhar com as crianças dois poemas e a sala um escolheu:

 
“Se eu me sentir sono,
E quiser dormir,
Naquele abandono
Que é o não sentir,
 
Quero que aconteça
Quando eu estiver
Pousando a cabeça,
Não num chão qualquer,
 
Mas onde sob ramos
Uma árvore faz
A sombra em que bebamos,
A sombra da paz.”
                           Fernando Pessoa
 
e a sala dois:
 

  
Poema das Árvores, de António Gedeão
 

“As árvores crescem sós. E a sós florescem.
 
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
 
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes, e as sementes preparam novas árvores.
 
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.”
 
 
 
 
 
 
 

Janeiras 2010

 

No dia de Reis, nós, os alunos do 4ºA B da Escola da Rinchoa 2, deslocámo – nos às outras salas de aula pedir as janeiras. Os professores e auxiliares deram-nos produtos para comermos e no final fomos todos felizes para a nossa sala de aula comer essas janeiras. Foi muito divertido e foi a primeira vez que cantámos/recitámos as janeiras…

Janeiras pedimos 

Saco trazemos 

Dê-a cá  

Que nós nos iremos. 

 

Levante-se daí senhor 

Desse banquinho de prata 

Venha-nos dar as Janeiras 

Nem que seja ouro ou prata. 

 

Levante-se lá senhora  

Dessa cadeirinha de cortiça 

Venha-nos dar  

Morcela ou chouriça. 

 

Estou a bater a esta porta 

Venho pedir as Janeiras 

Aceito o que me der 

Chouriço ou farinheira. 

 

Estamos a bater a esta porta  

Vimos pedir as Janeiras 

Aceitamos o que nos der 

Dinheiro ou o que queira.  

 

Janeirinha , Janeiro 

Venha cá que eu venho só. 

 

Esta casinha alta 

Forradinha de fuligem 

Já morreu quem cá morava 

Só cá ficou a rabugem.

Poema

 

Nós, por vezes, não queremos ir à escola

Mas à escola temos de ir

porque sem ela a vida

não é a mesma coisa.

Quando chegamos a casa

deitarmo-nos não queremos

pois quando acordamos

só dormir queremos.

Quando chegamos à escola é aborrecido

Mas passado muito tempo

até já é divertido.

Quando a escola acaba

para uns é divertido

Mas para outros

é aborrecido.

Agora o poema

já está acabado

Agora vou embora

adeus e obrigado.

Ricardo 5º 8ª

A Lara e o Sonho

Se a Lara gostasse da escola

Se a escola fosse o parque

Se o parque fosse o sonho

Se o sonho fosse o pastor

Se o pastor soubesse ler

Se ler fosse igual a escrever

Se escrever fosse o João      

Se o João fosse a escola

Se a escola fosse divertida

Divertida como a Lara gostaria.

                  José Pedro 5.º9ª, nº16